De certa forma esses 6 meses pareceram uma eternidade, porque quando lembro o quanto sofri de ansiedade, sei que cada dia era mais e mais difícil. Principalmente enquanto não recebia a ligação pra marcar as entrevistas. Agora consegui me acalmar um pouco.
Ontem conversamos com a Marina e o João sobre serem padrinhos e hoje fui na Tia Marion e conversei muito sobre as minhas crianças. Mas eu gosto muito de falar sobre o assunto, se eu pudesse não falaria de mais nada só de adoção e das crianças que vão chegar!
Levando em consideração o tempo da Joyce, ela não teve a entrevista em Grupo, mas teve as outras entrevistas.
26 de Janeiro - a ligação
02 de Fevereiro - entrevista com psicóloga e AS
19 de Fevereiro - visita domiciliar
19 de Maio - habilitados
Copiando do blog dela, depois da visita domiciliar eis o que acontece:
- Com os pareceres psicossociais favoráveis, o processo vai ser encaminhado para o MINISTÉRIO PÚBLICO.
- O MP vai se manifestar, a gente espera que favoravelmente, e encaminhar o processo de volta para o JUIZ DA VARA.
- O juiz vai emitir sentença e enviar novamente o processo para o MINISTÉRIO PÚBLICO.
- O MP dá ciência e manda de volta para a VARA.
- Ufa! Enfim, seremos contatados para participar de uma reunião que ocorre mensalmente na minha comarca para entrega dos certificados de habilitação, ocasião em que também serão esclarecidas outras questões.
Ou seja, 3 meses depois da visita domiciliar. Aiaiai. Isso nunca vai acabar? Parece sempre tão distante....

